sábado, 13 de outubro de 2012

Amor, amar, sorrir, dançar...

  O que será que se esconde atrás de sentimentos velados? Sentimento, ah os sentimentos... Tão cheios de contrários e tão necessários.

Costumam dizer os especialistas em relacionamento, que amor de verdade só “vinga” se o sentimento do homem for maior que o da mulher. Eu não gosto da ideia de calmaria e segurança unilateral. O amor precisa de equilíbrio e de paixão para sobreviver. Quão inquietante deve ser uma chama branda no coração de uma mulher.
Nego-me a aceitar que o sucesso do amor se traduza em desencontros, joguinhos e despeitos. O amor de verdade nos rouba da razão.
Bonito mesmo, é o amor que transborda, que sorri, que suspira, que é urgente. Urgente de carinho, de beijo, de desejo, de esperança, de acolhimento, de compreensão, de intimidade...
A inefável sensação de tudo que ele causa nos amantes, chega a ser palpável. O amor é aquela melodia que te carrega sem destino, suplicando sempre por mais. Um bom dia, uma palavra, um toque e todo o necessário lhe é concedido. Amar é um presente.
Como uma sinfonia completa, o amor é feito de alegria, drama, dor, paixão, todos os tipos de extremos, e por isso é amor.
O amor não tem regras. Cada coração cria os seus limites, que por vezes, são sempre ultrapassados. Amor, amar, sorrir, dançar...
Sinta, o amor é uma canção, se você escuta, dance e jamais aceite que lhe peçam para parar de dançar.


Escrevendo ao som de Bach - Double Violin Concerto in D minor 2nd movement, Largo